“Pra dilatarmos a alma, temos que nos desfazer. Pra nos tornarmos imortais, a gente tem que aprender a morrer. — O Teatro Mágico;
O mérito e o monstro (via
prisioneiro-da-morte)
“O meu amor me encontrou em alto mar, sem barco nem mapa. O meu amor me achou à deriva sem remo ou vela, naquele estágio de menina 8 ou 80 que boia sem rumo. Naquele estágio de menina que ainda não achou seu pedaço de terra porque, na verdade, mal sabe se achar. Meu amor me deu a mão, me puxou para o seu barquinho e me colocou para sentar do seu lado. Me olhou e me aqueceu. Meu amor me deu um binóculo, me disse para ficar de guarda olhando o horizonte procurando uma ilha. Caia a tarde e o horizonte não passava de uma linha infinita. Virei para direita e ainda assim não encontrei nada. Fui para a esquerda e o mar era infinito. Virei-me para trás e a lente do binóculo mirou bem no nariz dele. Quase gritei “terra à vista”. Meu amor disse “Tomara que o vento esteja a nosso favor”. E a vela se abriu. O vento fez o nosso barquinho navegar como nunca. Eu disse baixinho para ele que foi Deus quem soprou. Então ele sussurrou “que ele não pare”. Não há um dia em que não faça vento. — rio-doce (via
rio-doce)
“Mas é melhor uma verdade que dói do que uma mentira que conforta. —
O Caçador de Pipas (via
prisioneiro-da-morte)
“O tempo passa, e nós mudamos tanto… —
Augusto Cury (via
aquarelar)
“A paixão vai aparecer muitas vezes em sua vida, mas o amor… há o amor, ele só aparecerá uma vez. —
leis-denewton (via
leis-denewton)